À minha mãe
A chuva cai lá fora...
Pela vidraça vejo o choro do céu
E dentro de mim lágrimas
incontidas silenciam...
Saudade do que vivi
Do que deixei de viver a seu lado.
Como posso ter perdido você
Se sua presença é palpitante em mim?
Como posso te esquecer
se você vive dentro do meu ser?
Seu sangue perpassa minhas veias,
teu cheiro ficou impregnado em mim...
Meus pensamentos são todos seus.
Hoje chove... e a chuva contínua de sua presença
deságua em mim.
Cada gota de silêncio é um beijo; um abraço seu.
Estou abastecida de você ... para sempre.
Minha querida mãe...
Sua presença e sua luz
não se apagarão jamais...
A chuva cai lá fora...
Pela vidraça vejo o choro do céu
E dentro de mim lágrimas
incontidas silenciam...
Saudade do que vivi
Do que deixei de viver a seu lado.
Como posso ter perdido você
Se sua presença é palpitante em mim?
Como posso te esquecer
se você vive dentro do meu ser?
Seu sangue perpassa minhas veias,
teu cheiro ficou impregnado em mim...
Meus pensamentos são todos seus.
Hoje chove... e a chuva contínua de sua presença
deságua em mim.
Cada gota de silêncio é um beijo; um abraço seu.
Estou abastecida de você ... para sempre.
Minha querida mãe...
Sua presença e sua luz
não se apagarão jamais...
(Nete Lisboa)
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